Direito a Saúde

Movimentar-se é Saúde
e saúde é um direito.

Ainda assim, a maioria das pessoas não praticam atividades físicas, o que provoca isto?

Capítulo 01 · Início

Nossa sociedade está se tornando cada vez mais... Sedentária.

Fonte: WHO, 2024.

Não atinge o nível mínimo recomendado de atividade física.

Em um mundo com 8 bilhões de pessoas

Fonte: OMS (2024) e ONU (2024). 2010 e 2022: dados observados; 2026 e 2030: projeções baseadas na tendência atual. Anos entre marcos: interpolação linear.

Quase 1,8 bilhão de adultos estão fisicamente inativos — e, se a tendência continuar, esse número pode chegar a 35% até 2030.

Pessoa sentada no banco, fora do jogo

Pessoas insuficientemente ativas têm de 20% a 30% mais risco de morte em comparação às suficientemente ativas.

Fonte: WHO, 2024.

Na direção oposta, a atividade física regular contribui para a prevenção e o manejo de doenças cardiovasculares, câncer e diabetes, além de reduzir sintomas de depressão e ansiedade.

O que nos leva à pergunta...

Capítulo 02 · Conflito

Quem é que realmente "sobra" no banco

Mulheres são, em média, menos ativas que homens.
Já na adolescência 85% das meninas não atingem os níveis recomendados, em comparação aos 78% dos meninos.

Não atingem o nível recomendado de atividade física

Meninas Meninos

Fonte: WHO, 2024.

quem mais fica de fora? 57,3% dos homens não praticam esporte ou atividade física — enquanto entre as mulheres esse número chega a 66,6%.

E quando olhamos só para o cenário do esporte, a curva se acentua: 31,7% dos homens × 16,9% das mulheres praticam.

Não praticam esporte ou atividade física

Homens Mulheres

Fonte: IBGE, 2017, p. 12 e p. 15.

tem como desafio o acesso com 42,8% da população representada na pesquisa afirmando não ter acesso ao esporte.

Fonte: NIX Diversidade/Nike, 2022, p. 21.

Nota metodológica: os dados apresentados provêm de fontes distintas (WHO, IBGE e NIX), com populações, métodos e instrumentos de coleta diferentes. Não se trata, portanto, de comparações em valores absolutos.
Capítulo 03 · Diagnóstico

Olhando de perto algo muda drasticamente

na dificuldade para praticar atividade física

tem como principal motivo a falta de tempo.

Fonte: IBGE, 2017, p. 20.

A composição muda mas algo se destaca

Fonte: NIX Diversidade/Nike, 2022, p. 27.

A falta de companhia é um fator importante e destoante

Falta de tempo

Falta de companhia

Não gostar / falta de interesse

Fontes: IBGE, 2017, p. 20; NIX Diversidade/Nike, 2022, p. 27.

As categorias e os pesos de cada pesquisa são próprios. A leitura aqui é de composição e ordem dos motivos — não de comparação em valor absoluto.

Afinal, todo mundo se sente incluso?

O medo também faz parte da experiência de muita gente — e a barreira não termina quando a pessoa começa a praticar.

Fonte: NIX Diversidade/Nike, 2022, p. 38–39.

Capítulo 04 · Fechamento

E SE O PRIMEIRO PASSO fosse acompanhado?

Falta de tempo é compreendida como a principal barreira, mas a falta de companhia pode ser uma barreira ainda mais complexa a ser superada.

É a partir dessa descoberta que surge uma possibilidade: e se encontrar alguém para começar também fosse parte da experiência esportiva?

Companhia Alguém com quem começar.
Conexão Um vínculo que sustenta a prática.
Pertencimento Um lugar onde se quer voltar.
Acolhimento Um treino mais acolhedor.

Talvez o próximo passo seja encontrar alguém.

Queremos entender como criar ambientes esportivos onde seja mais fácil encontrar companhia, construir conexões e sentir que se pertence.

Vem com a gente?

Moça sorrindo para a câmera

Vem com a gente?

Participe da pesquisa e ajude a transformar essa possibilidade em caminhos mais acolhedores para a prática esportiva.

Participar da pesquisa

Leva 2 minutinhos. Sua participação é voluntária e suas respostas são confidenciais.

Conheça o projeto

Fontes e limitações
WHO · 2024
Limitação: dados globais sobre atividade física. Não apresenta recorte específico LGBTQIA+.
IBGE / PNAD · 2015 (publicado em 2017)
Limitação: dados nacionais sobre prática esportiva. Não abre por orientação sexual ou identidade de gênero.
NIX Diversidade/Nike · coleta 2021, publicado em 2022
Amostra: 1.037 pessoas.
Limitação: amostra não probabilística. Não generalizar para toda a população.
Lopes & Del Vecchio · 2026
Limitação: estudo com foco em jovens e ambiente escolar em Pelotas. Não representa toda a população brasileira.
Equipe

Quem somos

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Emilly

Formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (2012–2015), profissional disciplinada, com fortes habilidades interpessoais e foco na resolução de problemas. Experiência em atendimento publicitário, planejamento e gerenciamento de redes sociais, criação de conteúdo e storymaker. Atuando também no desenvolvimento de narrativas criativas para vídeos e fotografias e se destaca pela inovação na criação de peças publicitárias. Sempre em busca de aprimorar habilidades para contribuir de forma estratégica em novos projetos.

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Ferdinand

Graduado em Design pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e pós-graduando em Design de Interação para Artefatos Digitais pela CESAR School, desenvolve projetos que articulam pesquisa, estratégia e criatividade, voltados à transformação de experiências, serviços e organizações. Seus interesses incluem inovação, tecnologia, processos participativos e o uso do design na construção de soluções que promovam impacto positivo e contribuam para um futuro mais equitativo.

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Gaby

Sou Gabriella Sabino, designer e publicitária, apaixonada por criação e pelo universo visual. Trabalho com design no Sport Club do Recife e, na pós, tenho me interessado cada vez mais por experiências digitais, tecnologia e tendências que podem transformar a forma como criamos.

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Leandro

Minha formação em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda (2012–2015) e minha experiência em atendimento publicitário, planejamento e gerenciamento de redes sociais, criação de conteúdo e storymaker sustentam uma atuação que também envolve o desenvolvimento de narrativas criativas para vídeos e fotografias, com destaque para a inovação na criação de peças publicitárias. Em paralelo, sigo estudando materiais online e aprimorando conhecimentos em metodologias e processos, sempre em busca de contribuir de forma estratégica em novos projetos.

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Lyliam

Formada em Design Gráfico, em busca de trabalhar pelo bem social. Profissional energética, adaptada à gestão e proativa, acostumada a falar em público, a processos de pesquisa em fontes secundárias e primárias e a processos criativos diversos.

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Monique

Sou formada, Experiência do usuário e modelagem de projetos inovadores e pós graduanda em Dipad e gestão tecnológica, big data e inteligência artificial. Atuo atualmente como educadora de Arte no centro de reabilitação infantil anjo da guarda.

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Vini L

Trabalho com publicações, comunicação visual e estou me especializando em Desenvolvimento Front-end. Conto com dez anos de experiência trabalhando em uma instituição focada em produção de informação, dados estratégicos e econômicos para o estado da Bahia.

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Vini O

Atualmente atuo em área paralela ao Design, enquanto estudo materiais online e busco aprimorar meus conhecimentos em metodologias e processos. Profissional disciplinado, com fortes habilidades interpessoais e foco na resolução de problemas, pretendo me especializar UI-UX para contribuir de forma estratégica em novos projetos.